Não desperdice sua vida!

De repente nos vemos mais velhos, mais maduros… Nos tornamos adultos. Somos tomados pelo senso de responsabilidade e conformismo. Aos poucos vamos nos acostumando a viver uma rotina e, quando vemos, estamos acomodados nela.

Os anos continuam passando, o tempo vai nos engolindo… Então, chegamos num certo ponto da vida e nos questionamos: “o que eu fiz da minha vida?” Claro que fizemos muitas coisas, mas em todas as coisas que fizemos qual foi nosso grau de satisfação, de prazer, de identificação?

Se, num breve olhar, nos identificamos com aquilo que fazemos, a chance de haver uma identidade própria, de identificação com quem se é, é muito grande.  O que você tem feito, você pode dizer que é uma extensão de quem você é? Ou será que a obrigação lhe toma? Ou a necessidade se faz de protagonista em você?

São inúmeras as pessoas que se veem infelizes e insatisfeitas com suas vidas; acabam tomando por modelo ou padrão a vida de pessoas com grande poder aquisitivo e almejam por isso… lhes parece que enquanto não for ‘bem sucedida’ na vida, em termos de poder aquisitivo, não será feliz, pois, afinal de contas, a felicidade consiste em consumir.

Ledo engano…

Na minha opinião, a felicidade não consiste em consumir, mas em ser. Já dizia Sartre, filósofo francês do século passado, que ‘não importa o que fizeram de você, mas o que você faz com aquilo que fizeram de você’. Vivemos num mundo capitalista que cada vez mais se impõe, sugestionando que a felicidade está atrelada ao consumo. Ora, vivemos nesse mundo, mas será que devemos nos submeter a esse estilo de vida proposto? Viver uma vida de consumo não é sinônimo de viver uma vida feliz (é apenas uma vida de consumo); se assim fosse, os consultórios psiquiátricos não estariam lotados por pessoas com grande poder aquisitivo.

Vive-se uma vida de procura por aquilo que não tem, ao invés de valorizarem aquilo que já tem.

Falta amor próprio, falta identidade, falta sinceridade consigo mesmo. O sentido da vida deixou de ser a própria vida e passou a ser uma enormidade de ‘coisas’ fora da própria pessoa. Os momentos dão lugar às selfies; as pessoas cedem lugar aos smartphones; a equipe, aos funcionários; a família perdeu seu lugar; os amigos reais por seguidores virtuais; a expectativa por uma resposta pela pressa da visualização, etc.

O mundo pode ter melhorado graças à tecnologia; mas será que as pessoas melhoraram também?

A vida é uma dádiva que passa muito rápido. Ela é curta demais para vivermos de qualquer jeito… Rápida demais para vivermos com pressa.

Que tempo é agora?

 

Estava refletindo em como as pessoas andam cada vez mais alucinadas. Você já se questionou sobre isso? Ou talvez você mesmo esteja nesse estado e nem perceba… Talvez….

Pessoas alucinadas, andando de lá pra cá e de cá pra lá, tão distraídas com aquilo que está acontecendo ao seu redor, simplesmente pensando que estão atrasadas ou nas infinitas coisas que precisam fazer (e talvez nem consigam fazer).

Ao meu ver (é meu modo de entender – você é livre para discordar ou concordar), as pessoas, cada vez, têm excluído o presente de suas vidas, vivendo muito no passado ou futuro, mas não aproveitando o tempo presente.

Pensamos que o passado é um tempo que passou e não volta mais, que existe somente nas memórias daqueles que o vivenciaram ou em documentos. Você há de concordar comigo que não há como mudar o passado…. O que passou, passou! Mas quando as pessoas vivem o seu tempo presente no passado, elas deixam de experienciar o seu presente e passam a lamentar o passado, se arrependem daquilo que fizeram ou não fizeram, carregam culpas daquilo que fizeram ou não fizeram. Infelizmente, vivendo o passado no presente, perde-se a oportunidade que o tempo presente nos presenteia. Trazemos muitas experiências do passado tornando-o cada vez mais presente que chegamos a sufocar o próprio presente em nossa vida.

Por outro lado, há aquelas que enfatizam tanto o futuro que despertam uma ansiedade tão aguda, tão forte e tão feroz que estrangula o presente. Esquecem-se que o futuro, tão esperado, pode nem acontecer. Sufocam suas emoções, suas experiências, os pequenos detalhes que as circundam que não lhes resta tempo presente para as pessoas mais próximas. Esquecem que…

a beleza da vida consiste no grande potencial de cada ser humano contemplar o extraordinário no meio do ordinário.

Esquecem que a vida consiste no aqui e agora. O que você pode fazer de diferente, deve fazer agora; não no passado nem no futuro. O futuro será uma construção daquilo que fizermos no presente; o presente é o resultado daquilo que fizemos no passado. Todavia, o presente não é imutável, ele é flexível e depende totalmente da nossa percepção de vida para que o façamos.

Quantas pessoas doentes, delirantes, estressadas, amarguradas, tristes, vazias, e tantos outros sintomas, porque essas mesmas pessoas, em algum momento, perderam a percepção de seu presente e se ocuparam demasiadamente com o passado ou com o futuro. Se tornaram cheias de tantas coisas que perderam a percepção de si mesmas e consequentemente daquilo que é a vida.

Já dizia Horácio (filósofo romano): “Carpe Diem!” E aproveitar o dia é aproveitar o presente. Aproveite o presente para fazer a diferença. Aproveite o presente para se fazer diferente. Olhe para si e perscrute as vias do seu coração para extrair o que há de melhor em si! Lapide a melhor versão de si! Faça valer a pena o hoje!

Há uma preocupação excessiva com o Kronos que a figura de Kairós acaba despercebida!

Kronos, na mitologia grega, grande senhor do tempo que engole seus filhos e vai nos engolindo… Kairós, o filho de Zeus da oportunidade!

 

Viver no tempo é uma arte!

Quantas horas tem seu dia? Quantas horas você precisa que tenha seu dia?

Você há de concordar comigo que na sociedade contemporânea marcada pelo consumo, o tempo é um elemento de riqueza a serviço, unicamente, da produção de bens de consumo e do lucro. Não existe mais o tempo enquanto tempo, mas enquanto produto. Queremos o tempo ao nosso serviço, cunhamos até expressões como ‘tempo é dinheiro’, mas tempo não é dinheiro. Tempo é algo indelével, não volta. O tempo porta o álbum de nossas vidas.

O tempo não é um bem material: não pode ser visto, tocado ou apalpado; pode apenas ser sentido. Ele está sempre presente. Não pode ser interrompido, e nunca deixa de existir. O tempo é uma das poucas coisas que o homem nunca conseguiu controlar, e é por isso que ele sempre exerceu tanto fascínio sobre o ser humano.

Não fique achando que tem todo o tempo do mundo! Pode ser que ele é quem te tenha!

Nem sempre percebemos o tempo da mesma forma. Às vezes, temos a sensação de que o tempo não passa. Em outras vezes, temos a impressão de que as horas passam rápido demais. Outras ainda, parece que o tempo não foi suficiente. Tudo está relacionado no modo como o utilizamos; ressaltando: não é a quantidade de tempo, mas sim a qualidade e a forma como organizamos nosso tempo que fará toda a diferença.

Sempre há tempo suficiente para as coisas que realmente julgamos importantes. A dificuldade está em determinar o que de fato é importante, priorizando tarefas. O problema não é a falta de tempo, mas a maneira como o utilizamos.

Segundo Mário Sérgio Cortella, grande pensador da atualidade no Brasil, tempo é questão de prioridade’.

Viver no tempo é algo que deve ser aprendido. A maioria das pessoas que se sentem realizadas e felizes tem o cuidado de planejar o seu tempo para poder realizar todas as tarefas que precisam. Por outro lado, a falta de tempo gera uma espécie de frustração nas pessoas.

Viver no tempo é uma arte!

As atitudes que temos perante nossas atividades afetam o nosso desempenho frente ao uso do tempo. Podemos tomar atitudes positivas (que levam à utilização racional do tempo) e negativas (desculpas, procrastinação, desinteresse, etc.). Outra questão é o fato de, por vezes, nos atermos mais às atividades do que aos resultados, somos mais eficientes do que eficazes.

Saber como fazer uma tarefa não é suficiente. Conhecer o que deve ser feito é diferente de realmente fazer. Um é conhecimento, o outro é comportamento. Por isso a importância de se automotivar e de ter atitudes corretas em relação ao tempo. A prática assídua da automotivação é fundamental para manter o equilíbrio. Administrar o tempo é fazer as coisas de forma inteligente e não trabalhar arduamente. Já dizia Pitágoras que ‘com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feito’.

O plano de ação é uma excelente ferramenta de organização pessoal em nossa gestão do tempo. No blog Digital Manager Guru, encontrei uma lista de dicas que podem nos ajudar com isso. Destaco:

  • Processos definidos;
  • Trabalhar com agenda e lista de tarefas;
  • Determinar limite de tempo para as tarefas;
  • Eliminar as distrações;
  • Delegue ou terceirize;
  • Pausas regulares

A grande chave para uma boa gestão do nosso tempo é o equilíbrio. Equilíbrio de tempo não consiste em dividí-lo em partes iguais, mas organizá-lo de modo que possa estar a seu favor e contra você.

Como diria Chorão: “Não sou senhor do tempo, mas eu sei que vai chover…”

Não desperdice sua vida!

De repente nos vemos mais velhos, mais maduros… Nos tornamos adultos. Somos tomados pelo senso de responsabilidade e conformismo. Aos poucos vamos nos acostumando a viver uma rotina e, quando vemos, estamos acomodados nela.

Os anos continuam passando, o tempo vai nos engolindo… Então, chegamos num certo ponto da vida e nos questionamos: “o que eu fiz da minha vida?” Claro que fizemos muitas coisas, mas em todas as coisas que fizemos qual foi nosso grau de satisfação, de prazer, de identificação?

Se, num breve olhar, nos identificamos com aquilo que fazemos, a chance de haver uma identidade própria, de identificação com quem se é, é muito grande.  O que você tem feito, você pode dizer que é uma extensão de quem você é? Ou será que a obrigação lhe toma? Ou a necessidade se faz de protagonista em você?

São inúmeras as pessoas que se veem infelizes e insatisfeitas com suas vidas; acabam tomando por modelo ou padrão a vida de pessoas com grande poder aquisitivo e almejam por isso… lhes parece que enquanto não for ‘bem sucedida’ na vida, em termos de poder aquisitivo, não será feliz, pois, afinal de contas, a felicidade consiste em consumir.

Ledo engano…

Na minha opinião, a felicidade não consiste em consumir, mas em ser. Já dizia Sartre, filósofo francês do século passado, que ‘não importa o que fizeram de você, mas o que você faz com aquilo que fizeram de você’. Vivemos num mundo capitalista que cada vez mais se impõe, sugestionando que a felicidade está atrelada ao consumo. Ora, vivemos nesse mundo, mas será que devemos nos submeter a esse estilo de vida proposto? Viver uma vida de consumo não é sinônimo de viver uma vida feliz (é apenas uma vida de consumo); se assim fosse, os consultórios psiquiátricos não estariam lotados por pessoas com grande poder aquisitivo.

Vive-se uma vida de procura por aquilo que não tem, ao invés de valorizarem aquilo que já tem.

Falta amor próprio, falta identidade, falta sinceridade consigo mesmo. O sentido da vida deixou de ser a própria vida e passou a ser uma enormidade de ‘coisas’ fora da própria pessoa. Os momentos dão lugar às selfies; as pessoas cedem lugar aos smartphones; a equipe, aos funcionários; a família perdeu seu lugar; os amigos reais por seguidores virtuais; a expectativa por uma resposta pela pressa da visualização, etc.

O mundo pode ter melhorado graças à tecnologia; mas será que as pessoas melhoraram também?

A vida é uma dádiva que passa muito rápido. Ela é curta demais para vivermos de qualquer jeito… Rápida demais para vivermos com pressa.

Que tempo é agora?

 

Estava refletindo em como as pessoas andam cada vez mais alucinadas. Você já se questionou sobre isso? Ou talvez você mesmo esteja nesse estado e nem perceba… Talvez….

Pessoas alucinadas, andando de lá pra cá e de cá pra lá, tão distraídas com aquilo que está acontecendo ao seu redor, simplesmente pensando que estão atrasadas ou nas infinitas coisas que precisam fazer (e talvez nem consigam fazer).

Ao meu ver (é meu modo de entender – você é livre para discordar ou concordar), as pessoas, cada vez, têm excluído o presente de suas vidas, vivendo muito no passado ou futuro, mas não aproveitando o tempo presente.

Pensamos que o passado é um tempo que passou e não volta mais, que existe somente nas memórias daqueles que o vivenciaram ou em documentos. Você há de concordar comigo que não há como mudar o passado…. O que passou, passou! Mas quando as pessoas vivem o seu tempo presente no passado, elas deixam de experienciar o seu presente e passam a lamentar o passado, se arrependem daquilo que fizeram ou não fizeram, carregam culpas daquilo que fizeram ou não fizeram. Infelizmente, vivendo o passado no presente, perde-se a oportunidade que o tempo presente nos presenteia. Trazemos muitas experiências do passado tornando-o cada vez mais presente que chegamos a sufocar o próprio presente em nossa vida.

Por outro lado, há aquelas que enfatizam tanto o futuro que despertam uma ansiedade tão aguda, tão forte e tão feroz que estrangula o presente. Esquecem-se que o futuro, tão esperado, pode nem acontecer. Sufocam suas emoções, suas experiências, os pequenos detalhes que as circundam que não lhes resta tempo presente para as pessoas mais próximas. Esquecem que…

a beleza da vida consiste no grande potencial de cada ser humano contemplar o extraordinário no meio do ordinário.

Esquecem que a vida consiste no aqui e agora. O que você pode fazer de diferente, deve fazer agora; não no passado nem no futuro. O futuro será uma construção daquilo que fizermos no presente; o presente é o resultado daquilo que fizemos no passado. Todavia, o presente não é imutável, ele é flexível e depende totalmente da nossa percepção de vida para que o façamos.

Quantas pessoas doentes, delirantes, estressadas, amarguradas, tristes, vazias, e tantos outros sintomas, porque essas mesmas pessoas, em algum momento, perderam a percepção de seu presente e se ocuparam demasiadamente com o passado ou com o futuro. Se tornaram cheias de tantas coisas que perderam a percepção de si mesmas e consequentemente daquilo que é a vida.

Já dizia Horácio (filósofo romano): “Carpe Diem!” E aproveitar o dia é aproveitar o presente. Aproveite o presente para fazer a diferença. Aproveite o presente para se fazer diferente. Olhe para si e perscrute as vias do seu coração para extrair o que há de melhor em si! Lapide a melhor versão de si! Faça valer a pena o hoje!

Há uma preocupação excessiva com o Kronos que a figura de Kairós acaba despercebida!

Kronos, na mitologia grega, grande senhor do tempo que engole seus filhos e vai nos engolindo… Kairós, o filho de Zeus da oportunidade!