Em busca de sentido

Viktor Frankl (1905-1997) é o fundador da logoterapia – psicoterapia fundamentada na busca de sentido. Para a Logoterapia, o indivíduo deve buscar a superação de si e daquilo que o circunda por meio da busca do sentido. Nessa linha existencial, como ele mesmo retrata em seu livro “Em busca de sentido – um psicólogo no campo de concentração, a força que estava por detrás da superação dos campos nazistas era a busca do sentido de sua existência.

Não querendo me aprofundar na Logoterapia, até porque me falta gabarito para tal, mas o que percebo são pessoas alienadas vivendo em uma sociedade alienada, exercendo atividades alienadas e alienantes, porque perderam algo. Sabe aquele brilho no olhar?

É como a novidade de um encontro com a pessoa amada, ou a expectativa do primeiro dia de aula ou de trabalho…. A novidade! O Novo pode assustar, mas me parece que permanecer na mesmice é mais assustador. Não é a mesmice daquilo que se vive, mas a mesmice de encarar tudo da mesma forma…

Talvez o que te falta hoje não seja mudar a sua rotina, mas mudar o modo de encarar a sua rotina. Quem sabe? Uma rotina, seja ela qual for, não é boa nem ruim. Mas o modo como lidamos com ela é o que a torna boa ou ruim, interessante ou monótona.

Um relacionamento de tantos anos, o mesmo emprego tantos anos, a mesma casa tantos anos… Como a canção: “a mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores e o mesmo jardim…” Vai enxergar sempre o mesmo e viver assim, ou prefere buscar o sentido de todas essas coisas?

Mas Gerson… Não vejo sentido nisso que estou fazendo! Que tal imputar um sentido para a sua vida, então?

#ficaadica

Em busca de sentido

Viktor Frankl (1905-1997) é o fundador da logoterapia – psicoterapia fundamentada na busca de sentido. Para a Logoterapia, o indivíduo deve buscar a superação de si e daquilo que o circunda por meio da busca do sentido. Nessa linha existencial, como ele mesmo retrata em seu livro “Em busca de sentido – um psicólogo no campo de concentração, a força que estava por detrás da superação dos campos nazistas era a busca do sentido de sua existência.

Não querendo me aprofundar na Logoterapia, até porque me falta gabarito para tal, mas o que percebo são pessoas alienadas vivendo em uma sociedade alienada, exercendo atividades alienadas e alienantes, porque perderam algo. Sabe aquele brilho no olhar?

É como a novidade de um encontro com a pessoa amada, ou a expectativa do primeiro dia de aula ou de trabalho…. A novidade! O Novo pode assustar, mas me parece que permanecer na mesmice é mais assustador. Não é a mesmice daquilo que se vive, mas a mesmice de encarar tudo da mesma forma…

Talvez o que te falta hoje não seja mudar a sua rotina, mas mudar o modo de encarar a sua rotina. Quem sabe? Uma rotina, seja ela qual for, não é boa nem ruim. Mas o modo como lidamos com ela é o que a torna boa ou ruim, interessante ou monótona.

Um relacionamento de tantos anos, o mesmo emprego tantos anos, a mesma casa tantos anos… Como a canção: “a mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores e o mesmo jardim…” Vai enxergar sempre o mesmo e viver assim, ou prefere buscar o sentido de todas essas coisas?

Mas Gerson… Não vejo sentido nisso que estou fazendo! Que tal imputar um sentido para a sua vida, então?

#ficaadica