A cor mais bela é a transparência

Vivemos em um mundo de aparência.

Gerson, você não está generalizando? Sim! Acreditando que há, de fato, pessoas que sejam transparentes, mas essas, a meu ver, são aquelas que saem da curva.

Vivemos em um mundo de aparência, onde as pessoas vestem máscaras ou vivem papeis. Falta transparência, autenticidade, verdade. O mundo e as pessoas parecem mais viver uma ilusão ou fazem do mundo um conto de fantasias. Falta verdade nas pessoas. Falta assumirem seus erros, suas culpas, suas crenças, suas ideologias, seus ideais, etc.

Por que a opinião do outro parece ser tão importante?

Por que nos importamos tanto com as aparências?

Por que, de repente, as coisas ou status se tornaram mais importantes que pessoas?

Acontece que viver de aparência exige que vistamos máscaras, máscaras que ocultam nossa verdadeira face, nosso verdadeiro ‘eu’. Mundo de aparência, mundo de falsidades, mundo de incoerências e hipocrisia.

Posso estar tendo uma visão muito pessimista, mas ver uma pessoa íntegra, coerente, verdadeira, justa, honesta é algo que chama a nossa atenção, quando deveria ser o contrário – o que deveria chamar a nossa atenção seria o desonesto, o injusto, o falso, o traíra…

De certa forma, ser verdadeiro hoje requer coragem, uma coragem audaciosa que faz aquele que assim vive, ir contra a maré.

Estou cansado de viver num mundo de aparências. Vamos deixar as máscaras caírem. Temos coragem para isso? Coragem (agir com o coração) de sermos quem realmente somos? De viver segundo o nosso coração e não segundo a opinião dos outros? Temos coragem de assumirmos nosso verdadeiro eu frente a um mundo que quer ser ‘politicamente correto’?

Sabe aquela pessoa que você não gosta? Seja educado, mas não falso.

Sabe aquela pessoa que você ama? Seja honesto, carinhoso e fiel.

Sabe aquele emprego que não te traz realização? Procure outro.

Sabe aqueles sonhos que você sufocou e se perderam no nada? Corra atrás deles.

Sabe aquela viagem importante que você considera? Faça.

Sabe aquela desculpa de que não tem tempo ou vontade? Acredite em você e se programe.

Sabe aquela pessoa que te inspira? Use a inspiração, não a pessoa como modelo.

Seja você. Afinal, você só é você se você for você. Mas você tem sido você ou outro alguém? Tem-se permitido ser você ou deixado que os outros ditem a escrita da sua vida?

Seja a diferença. Faça a diferença. O mundo está repleto de iguais.

Medo do novo?

Estava refletindo esses dias o quão arrebatador pode ser o medo do novo. A novidade, o novo, aquilo que não se conhece é capaz de gerar medo, mas também expectativas… e grandes expectativas, por sinal.

O novo é um modo diferente do qual estamos acostumados. Nesse sentido, o novo é somente um modo de ser ou estar diferente daquele que estamos habituados. Diga-se de passagem, o ser humano tem uma capacidade incrível de se adaptar. Mesmo assim, o novo assusta!

Heidegger (1889-1976) foi um filósofo alemão. Sua grande obra Ser e tempo (1927) pode nos ajudar nessa reflexão.

É óbvio que você não é uma caneca ou qualquer outra coisa. No caso dessa caneca, ela será sempre uma caneca e sequer tem consciência de ser uma caneca. Você, ao contrário, é um ser humano. Mas olhe para a grande maravilha disso: um ser humano (o único ser na natureza) que tem consciência de si. Você é um ser que existe e tem consciência de sua existência. Por isso mesmo, nós somos seres humanos que vivem de modos diversos uns dos outros. Além disso, em sua própria vida, devido à sua consciência de si, já foram inúmeras as mudanças ocorridas no seu corpo físico, no seu modo de pensar, nos seus gostos, amizades, etc.

Pare agora! Caramba… você já passou por inúmeras mudanças e continuará mudando. Mas o novo assusta.

Estou te dizendo o seguinte: você é uma pessoa que tem todas as possibilidades em si, ou seja, você é um ser que vive em constante ‘vir-a-ser’. Agora o que te resta, depois de todo o exposto, conforme o pensamento de nosso amigo Heidegger, é a vivência de uma linguagem autêntica. A linguagem é uma forma de comunicação, e essa comunicação é fundamental para expressar-se com o mundo à sua volta. Assim, o tipo de linguagem que você comunica vai determinando o seu ser. Se você comunica uma linguagem autêntica, ou seja, aquilo que você é, o mundo interpreta essa linguagem como uma comunicação autêntica. Por outro lado,

se você não comunica uma linguagem autêntica, ou seja, quem você é (de fato!), que tipo de linguagem você tem comunicado?

Como sua linguagem é imprecisa, o mundo te impõe a linguagem dele; assim, você deixa de comunicar sua própria linguagem abrindo mão de todas as suas possibilidades, para comunicar a linguagem do mundo. Em outras palavras, deixa de viver a sua própria vida para viver a vida que o mundo te impõe.

É isso mesmo que você quer para você?

Uma linguagem autêntica é aquela que você, sendo você mesmo, exerce uma vivência sem o medo daquilo que os outros irão pensar, sem viver uma vida de auto represália, uma pseudo liberdade, deixando de fazer suas próprias escolhas e tomadas de decisão por conta de uma força externa a você que como te impõe a agir de determinada forma.

Voltando ao assunto… o medo de fazer o novo, de ser o novo, de pensar novo (leia-se também diferente) assusta por conta de uma insegurança, que muitas vezes, por trás dela, está o comodismo de outros dirigirem a sua vida e no momento que você precisa, de fato, tomar uma decisão por sua conta em risco, há o receio.

Uma tomada de decisão por conta própria é essencial para o processo de maturação do ser humano, e faz-se necessária para a comunicação de uma linguagem autêntica.

É como estar à mesa de um restaurante e o acompanhante perguntar a sua preferência no cardápio. E aí? Qualquer coisa serve?

Não foi à toa a imagem destacada da borboleta! É necessário passar pelas metamorfoses da vida.

Seja você mesmo!

Sartre foi um filósofo francês do século passado. Ele tem uma frase muito significativa:

“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”

Muitas vezes vivemos nossa vida muito preocupados com a opinião das outras pessoas… Ah, o que será que vão pensar? É um fato que somos influenciados pelo meio em que vivemos: família, escola, trabalho, amigos e outros. Somos influenciados e bombardeados pelas mídias sociais. É tanta informação que mal conseguimos administrar tudo o que recebemos ao longo do dia.

É tanta influência que podemos nos perguntar: será que somos quem somos ou somos o fruto do meio em que vivemos? Volta a dizer: Toda essa influência que recebemos nos faz viver tensos preocupados com a opinião dos outros ou com aquilo que os outros vão pensar, falar, etc.

E é tanta preocupação que acabamos por deixar de viver por nós mesmos e vivemos em função dos outros.

Por isso, lanço a seguinte provocação: O que você tem feito com aquilo que as pessoas fazem de você?

Lanço essa provocação porque é essa influência que recebemos é um fato. Mas aquilo que fazemos é algo que depende exclusivamente de cada um. Pode ser que você esteja passando por uma dificuldade imensa devido uma situação específica. Enfim, essa situação é algo que está acontecendo, mas a forma como você lida com isso, depende exclusivamente de você.

Se trata de começar a ter o controle de si próprio frente aquilo que se passa fora de nós.

Você é o autor de sua história! Não deixe que os outros escrevam ela por você!

Está na hora de ter um diálogo sério com a pessoa do espelho e se decidir por você!

A cor mais bela é a transparência

Vivemos em um mundo de aparência.

Gerson, você não está generalizando? Sim! Acreditando que há, de fato, pessoas que sejam transparentes, mas essas, a meu ver, são aquelas que saem da curva.

Vivemos em um mundo de aparência, onde as pessoas vestem máscaras ou vivem papeis. Falta transparência, autenticidade, verdade. O mundo e as pessoas parecem mais viver uma ilusão ou fazem do mundo um conto de fantasias. Falta verdade nas pessoas. Falta assumirem seus erros, suas culpas, suas crenças, suas ideologias, seus ideais, etc.

Por que a opinião do outro parece ser tão importante?

Por que nos importamos tanto com as aparências?

Por que, de repente, as coisas ou status se tornaram mais importantes que pessoas?

Acontece que viver de aparência exige que vistamos máscaras, máscaras que ocultam nossa verdadeira face, nosso verdadeiro ‘eu’. Mundo de aparência, mundo de falsidades, mundo de incoerências e hipocrisia.

Posso estar tendo uma visão muito pessimista, mas ver uma pessoa íntegra, coerente, verdadeira, justa, honesta é algo que chama a nossa atenção, quando deveria ser o contrário – o que deveria chamar a nossa atenção seria o desonesto, o injusto, o falso, o traíra…

De certa forma, ser verdadeiro hoje requer coragem, uma coragem audaciosa que faz aquele que assim vive, ir contra a maré.

Estou cansado de viver num mundo de aparências. Vamos deixar as máscaras caírem. Temos coragem para isso? Coragem (agir com o coração) de sermos quem realmente somos? De viver segundo o nosso coração e não segundo a opinião dos outros? Temos coragem de assumirmos nosso verdadeiro eu frente a um mundo que quer ser ‘politicamente correto’?

Sabe aquela pessoa que você não gosta? Seja educado, mas não falso.

Sabe aquela pessoa que você ama? Seja honesto, carinhoso e fiel.

Sabe aquele emprego que não te traz realização? Procure outro.

Sabe aqueles sonhos que você sufocou e se perderam no nada? Corra atrás deles.

Sabe aquela viagem importante que você considera? Faça.

Sabe aquela desculpa de que não tem tempo ou vontade? Acredite em você e se programe.

Sabe aquela pessoa que te inspira? Use a inspiração, não a pessoa como modelo.

Seja você. Afinal, você só é você se você for você. Mas você tem sido você ou outro alguém? Tem-se permitido ser você ou deixado que os outros ditem a escrita da sua vida?

Seja a diferença. Faça a diferença. O mundo está repleto de iguais.

Medo do novo?

Estava refletindo esses dias o quão arrebatador pode ser o medo do novo. A novidade, o novo, aquilo que não se conhece é capaz de gerar medo, mas também expectativas… e grandes expectativas, por sinal.

O novo é um modo diferente do qual estamos acostumados. Nesse sentido, o novo é somente um modo de ser ou estar diferente daquele que estamos habituados. Diga-se de passagem, o ser humano tem uma capacidade incrível de se adaptar. Mesmo assim, o novo assusta!

Heidegger (1889-1976) foi um filósofo alemão. Sua grande obra Ser e tempo (1927) pode nos ajudar nessa reflexão.

É óbvio que você não é uma caneca ou qualquer outra coisa. No caso dessa caneca, ela será sempre uma caneca e sequer tem consciência de ser uma caneca. Você, ao contrário, é um ser humano. Mas olhe para a grande maravilha disso: um ser humano (o único ser na natureza) que tem consciência de si. Você é um ser que existe e tem consciência de sua existência. Por isso mesmo, nós somos seres humanos que vivem de modos diversos uns dos outros. Além disso, em sua própria vida, devido à sua consciência de si, já foram inúmeras as mudanças ocorridas no seu corpo físico, no seu modo de pensar, nos seus gostos, amizades, etc.

Pare agora! Caramba… você já passou por inúmeras mudanças e continuará mudando. Mas o novo assusta.

Estou te dizendo o seguinte: você é uma pessoa que tem todas as possibilidades em si, ou seja, você é um ser que vive em constante ‘vir-a-ser’. Agora o que te resta, depois de todo o exposto, conforme o pensamento de nosso amigo Heidegger, é a vivência de uma linguagem autêntica. A linguagem é uma forma de comunicação, e essa comunicação é fundamental para expressar-se com o mundo à sua volta. Assim, o tipo de linguagem que você comunica vai determinando o seu ser. Se você comunica uma linguagem autêntica, ou seja, aquilo que você é, o mundo interpreta essa linguagem como uma comunicação autêntica. Por outro lado,

se você não comunica uma linguagem autêntica, ou seja, quem você é (de fato!), que tipo de linguagem você tem comunicado?

Como sua linguagem é imprecisa, o mundo te impõe a linguagem dele; assim, você deixa de comunicar sua própria linguagem abrindo mão de todas as suas possibilidades, para comunicar a linguagem do mundo. Em outras palavras, deixa de viver a sua própria vida para viver a vida que o mundo te impõe.

É isso mesmo que você quer para você?

Uma linguagem autêntica é aquela que você, sendo você mesmo, exerce uma vivência sem o medo daquilo que os outros irão pensar, sem viver uma vida de auto represália, uma pseudo liberdade, deixando de fazer suas próprias escolhas e tomadas de decisão por conta de uma força externa a você que como te impõe a agir de determinada forma.

Voltando ao assunto… o medo de fazer o novo, de ser o novo, de pensar novo (leia-se também diferente) assusta por conta de uma insegurança, que muitas vezes, por trás dela, está o comodismo de outros dirigirem a sua vida e no momento que você precisa, de fato, tomar uma decisão por sua conta em risco, há o receio.

Uma tomada de decisão por conta própria é essencial para o processo de maturação do ser humano, e faz-se necessária para a comunicação de uma linguagem autêntica.

É como estar à mesa de um restaurante e o acompanhante perguntar a sua preferência no cardápio. E aí? Qualquer coisa serve?

Não foi à toa a imagem destacada da borboleta! É necessário passar pelas metamorfoses da vida.

Seja você mesmo!

Sartre foi um filósofo francês do século passado. Ele tem uma frase muito significativa:

“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”

Muitas vezes vivemos nossa vida muito preocupados com a opinião das outras pessoas… Ah, o que será que vão pensar? É um fato que somos influenciados pelo meio em que vivemos: família, escola, trabalho, amigos e outros. Somos influenciados e bombardeados pelas mídias sociais. É tanta informação que mal conseguimos administrar tudo o que recebemos ao longo do dia.

É tanta influência que podemos nos perguntar: será que somos quem somos ou somos o fruto do meio em que vivemos? Volta a dizer: Toda essa influência que recebemos nos faz viver tensos preocupados com a opinião dos outros ou com aquilo que os outros vão pensar, falar, etc.

E é tanta preocupação que acabamos por deixar de viver por nós mesmos e vivemos em função dos outros.

Por isso, lanço a seguinte provocação: O que você tem feito com aquilo que as pessoas fazem de você?

Lanço essa provocação porque é essa influência que recebemos é um fato. Mas aquilo que fazemos é algo que depende exclusivamente de cada um. Pode ser que você esteja passando por uma dificuldade imensa devido uma situação específica. Enfim, essa situação é algo que está acontecendo, mas a forma como você lida com isso, depende exclusivamente de você.

Se trata de começar a ter o controle de si próprio frente aquilo que se passa fora de nós.

Você é o autor de sua história! Não deixe que os outros escrevam ela por você!

Está na hora de ter um diálogo sério com a pessoa do espelho e se decidir por você!