Sobre expectativas e frustrações!

Você já se frustrou? Se decepcionou? Certamente.

E o pior é que as frustrações e as decepções parecem que vêm de quem mais amamos, não é mesmo?

Pra ser sincero, toda decepção é antecedida por uma expectativa. Quanto maior a expectativa, se não for alcançada, maior será a frustração ou decepção.

Dessa forma, uma decepção está diretamente relacionada com a expectativa criada.

Os estoicos tinham um grande segredo para lidar com a decepção. Como sou um cara legal, vou dizer pra vocês esse grande segredo: simplesmente,

Não ter expectativas.

Olha, soa meio estranho para nós, num mundo no qual vivemos e em nossa realidade, não ter expectativas. Esses caras eram bons no que faziam… Eles conseguiam viver uma vida sem nutrir expectativas e, consequentemente, as chances de qualquer decepção ou frustração eram mínimas. Eles se preocupavam com aquilo que estavam sob o controle deles, aquilo que não estava sob o poder deles de fazerem algo, não se importavam ou minimizavam.

Esperar um pedido de casamento, em um jantar romântico, e não acontecer, gera uma frustração daquele que esperava, mas não naquele que nem passava pela cabeça dele em o fazer.

Uma promoção no emprego que você luta para conseguir, mas não consegue, gera frustração desânimo, raiva, etc…

Uma resposta de uma entrevista de emprego, de um pedido de namoro, o recebimento de uma encomenda, enfim…

Mas se ao invés de gastar tanta energia com possibilidades que podem acontecer ou não, você se esforçar em viver o seu melhor naquilo que você pode assim fazer, sem nutrir expectativas de retorno, retribuição ou recompensa?

Nossos amigos estoicos viviam isso com maestria. E querendo ou não, davam uma solução para suas vidas não atingirem o patamar da frustração: não nutrir expectativas.

O que você acha?

Ah, o amor…

O amor…. Ah, o amor! Coisa mais linda não há.

Quanto já se falou sobre o amor na literatura? Quanto já se retratou o amor em pinturas, desenhos e fotografia? Poesias e filosofias? Quanto ele já foi encenado?

Pois é, foram inúmeras as vezes que não seria inviável contabilizar. Isso porque o amor, de fato, faz parte da vida humana.

Talvez você hoje esteja vivendo um grande amor; talvez esteja desiludido com ele por conta de uma decepção; talvez o amor, hoje, não seja algo relevante em sua vida. Enfim…

Já ouvi pessoas dizendo que o amor é decisão, que o amor é racional, ou coisa assim. Discordo!

Pra mim, o amor se trata de um sentimento, o mais forte deles, que impulsiona toda a nossa vida.

Somos espectadores diante desse grande artista apresentando seu espetáculo.

O amor não avisa quando chega nem quando vai. Não o controlamos, não o adestramos, não o ensinamos, não o racionalizamos. Quando vemos, simplesmente estamos amando… e quando vemos, de novo, não estamos mais amando.

O amor se expressa em atos, mas não são os atos; o amor emana de uma força interior, mas não se contenta em si; o amor não se acostuma com a monotonia, mas não exclui a longevidade; o amor não se impõe, mas quer exclusividade; o amor não é egoísta, mas demonstra uma carência incrível – quer cuidado, carinho, respeito, atenção, e acima de tudo, reciprocidade; se doa ao mesmo tempo em que recebe.

O amor é incrível! Fantástico como o amor supera todas as barreiras das distâncias geográficas e do tempo. Já pensou sobre isso?

Nunca vi ninguém chorar, lamentar ou sofrer por amor. Mas vi muitas pessoas sofrerem pela falta dele. Infelizmente, acaba sendo culpado pelo que não faz, julgado, esquecido, maltratado e preterido. Muitas vezes é confundido, escondido e sufocado.

Podemos notar o amor entre um casal, entre pais e seus filhos, nas atividades que realizamos, nos objetos que possuímos, nos pet’s que cuidamos, etc… O amor está presente em toda a nossa vida.

Sem essa de amor verdadeiro, pois não existe amor verdadeiro. Existe amor! Se existisse amor verdadeiro podemos dizer que há amor falso. E se é amor falso, ora, já não é amor. O que existe, exclusivamente, é o amor em suas diversas e mais belas esferas de vivência.

O amor é essencial para a vida das pessoas.

Viva o amor!!!

Imagine uma vida sem amor? Consegue?

Amor fati

Olá.

Você já ouviu falar de ‘amor fati’?

Essa expressão traduzida do latim, ‘amor ao destino’, foi cunhada pelo filósofo alemão Nietzsche (1844-1900).

Amor fati, como a expressão significa, é uma forma de vida que, segundo o filósofo, é essencial para uma vida em equilíbrio e harmonia.

Você já chorou por algo que te chocou ou machucou absurdamente? Já se arrependeu de algo que falou ou fez? Já veio aquele pensamento que se fosse possível voltar no tempo, talvez as coisas hoje estariam diferentes? Já ficou se remoendo por pensamentos e sentimentos que tiravam seu sono, sua calma, te distraíam em demasiado?

Ora, quem nunca? Felizmente, para o nosso filósofo, o amor fati é a solução para tudo isso. Quase um comercial do mais novo lançamento das ‘organizações Tabajara’ (risos).

Amar o destino seria o equivalente a amar os fatos. Amar não quer dizer que você tenha que gostar ou fazer aquela cara de besta num velório de alguém querido que acabou de falecer, por exemplo. Amar é aceitar. Vem bem a calhar aquela expressão: ‘aceita que dói menos’.

Se você aceita os fatos da vida, aquilo que te sucede como algo natural que está inserido dentro de uma enorme cadeia de eventos que não são possíveis de serem controlados, se você aceita aquilo que te aconteceu, sabendo que não pode mais ser mudado, como algo que aconteceu e pronto, os motivos de tanta culpa, remorso, arrependimento, os motivos de tanta coisa que tiram a paz de espírito não fazem mais sentido.

Pensamentos acelerados, estresse agudo, cansaço demasiado, dor no peito, angústia? Que nada. Aceite a vida como ela é, como ela decorre. Aceite-se a si mesmo como você é. Se ame como você é. Ame os acontecimentos da vida e siga em frente. Não vale a pena gastar tanta energia com aquilo que passou ou não foi de encontro com a sua expectativa. Apenas viva. Fazendo isso, certamente, será mais leve e sua qualidade de vida dará um ‘up’ absurdo.

Falta de dinheiro, falta de emprego, falta de alguém, falta de algo… falta de nada! Com certeza muitos problemas, muitas coisas, muitos ‘demônios’ te assombram. Quanto mais poder você der a eles, mais eles te dominarão. Tire o poder, tire a atenção, tire o foco. Dance a música. Não dê atenção ao que te tira a paz e foque em você daqui pra frente. Ficar se remoendo ou lamentando não vai mudar nada!

Olhe pra frente e siga. Continue! Persista! Avante!

Não que eu concorde com isso, mas cá pra nós: se você deixar de olhar pra trás e aceitar os acontecimentos da sua vida, e passar a olhar pra frente, de fato, sua vida dará um salto adiante!

Talvez já tenha passado da hora de focar o ‘e se’, e focar o ‘vida que segue’.

O que acha disso?

Vale a pena?

Oi.

Você tem um sonho? Claro que tem. Que pergunta mais tola…

Mas me refiro a um sonho que trará certa realização pessoal?

Existem muitos tipos de realização: a pessoal, a profissional, a financeira, a familiar, etc…

Me refiro a uma realização pessoal! Aquele tipo de realização que fará de você uma pessoa melhor, enquanto pessoa mesmo! Sabe aquele sonho que te trará um contentamento de alma? É disso que estou falando.

Um momento de realização é um momento de liberdade, superação e êxtase.

Muitas pessoas focam tantos sonhos que se resumem ao que está longe ou fora delas. O fato é que nenhum tipo de realização será satisfatória se aquela realização não atingir o seu mais íntimo – ou seja, se a realização, seja ela qual for, não girar em torno de sua realização pessoal, mais cedo ou mais tarde, ruirá.

O inglês tem um termo que demonstra muito bem o que estou dizendo: to realize (perceber). A realização, ou seja, tornar o sonho real por meio de uma ação, só será possível mediante um pertencimento. Me refiro a um pertencimento de si mesmo, em outras palavras, empoderamento.

Perceber a si mesmo dentro de um contexto, de um mundo, de um modo de vida que satisfaça ou não.

E se há algo que não satisfaz, é porque falta algo. Mas para tanto, é preciso perceber esse algo. Dessa forma, falar de realização pessoal é então ‘perceber-se’, realizar-se enquanto pessoa, enquanto indivíduo, enquanto ser humano, enquanto alguém.

Infelizmente, acontece de, inúmeras vezes, sermos mais tratados como algo do que como alguém; valemos pelo que fazemos, pelo que temos, mas não por quem somos. Somos um número em uma lista.

Triste realidade! (carinha de desapontamento)

Perceba-se enquanto alguém importante, alguém de valor e não perca mais tempo em tornar realidade, por meio de uma ação significativa, os seus sonhos.

Realize-se! Perceba-se! Faça acontecer! Faça valer a pena.

Afinal de contas, a vida é tão curta para ser vivida de qualquer jeito, não é mesmo?

Como o velho Sócrates seguia: “Conhece-te a ti mesmo”.

I Have a Dream…

Em 1963 Martin Luther King proclamou esse emblemático discurso no Lincoln memorial diante de mais de duzentas mil pessoas exigindo igualdade entre brancos e negros. Esse era o sonho dele.

Eu tenho um sonho… Ele tinha um sonho. Hoje, óbvio que ainda há muito a ser feito, a realidade daquele discurso é outra. O sonho tem se concretizando, não foi morto ou acabou quando ele ‘acordou’. O caminho da igualdade entre etnias foi aberto e segue seu percurso. Hoje podemos sonhar em uma igualdade de gênero humano! Seja igualdade étnica, igualdade de gênero, direito humanos, direitos LGBT, e asism por diante. Há muito o que se fazer ainda, claro, mas o caminho segue trilhando seu curso.

Lutamos uma luta acirrada contra qualquer tipo de preconceito e desigualdade!

Certamente você tem um sonho. Sabe aquelas metas de começo de ano? Então, não deixam de ser sonhos. Alguns são alcançáveis outros não; Pessoas sonham dormindo, outros sonham acordados; sonhos podem ser concretizados – aqueles sonhos do seu coração.

Sonhar com o coração é uma dádiva do ser humano. Mas quando esses sonham não se concretizam viram frustrações. E aí temos um problema: sonham não realizados se tornam frustrações que acabam por definhar as pessoas que os sonharam. Um desejo do coração é algo incrível, pois nos motiva, nos anima, nos impulsiona, nos eleva a outro patamar, nos tira de uma vida monótona.

Sonhos para serem realizados precisam ser construídos; e se constrói aos poucos. A frustração está em que vislumbramos os sonhos realizados, mas ficamos tomados por uma apatia que não nos deixa arregaçar as mangas e pôr a mão na massa. Vislumbrar o sucesso é fantástico, mas nem todos querem sentir o suor ou as lágrimas necessárias para alcança-lo.

E você? Qual seu sonho? E como você tem lutado por ele?

Não deixe de sonhar, mas não deixe que seu sonho se perca no despertar da vida.

Se está difícil a concretização do sonho, concretize aquilo que for necessário para concretizar o sonho. Vá por etapas, aos poucos, com planejamento, com garra, com empenho, com esmero.

Lembre-se: alcançar um sonho exige que você dê o seu melhor e não o seu suficiente. Dar o seu melhor é a forma eficaz de alcançar o seu sonho, atingir sua meta, seu plano. Se der apenas o necessário, ficará na mediocridade, será mediano. Para o mediano, qualquer coisa está bom! Para você, qualquer coisa está bom? Se contenta em viver na mediocridade ou topa alçar um vôo mais alto?

E aí? Seu melhor ou seu suficiente?

Não seja mais um entre tantos, seja o melhor que você pode ser, faça o melhor que você pode fazer, sinta a pulsação da vida penetrando em sua alma.

Isso fará toda a diferença. Não é sobre fama, poder, riqueza. Nada disso. É sobre sua autorrealização.

Deixe o sol nascer!

Família em casa, toda reunida, aquele almoço gostoso, clima festivo, conversa em dia, risadas, todo o ambiente propício para celebrar. Crianças correndo e brincando, adultos conversando, homens de um lado, gargalhando alto, mulheres conversando baixinho…. enfim. Esse foi mais um dia em família.

No dia seguinte, rotina volta ao normal. Parece que a semana já começa pesada, sem ânimo para trabalhar, mal chegou no ambiente de trabalho, e logo no caminho, os problemas já vêm à mente. A cabeça se ocupa e tudo o mais…

Já está esgotada!

Mas a criança? Ah… A criança encara o mundo como algo novo e espontâneo. Interessante como para a criança o mundo é algo extraordinário, a vida é algo incrível. Já para os adultos, a vida é algo enfadonha, sempre mais do mesmo, se repetindo semana após semana.

E por que é assim? Caramba… se você souber a resposta, me fale agora. Eu tenho uma vaga ideia: o adulto deixa de ser criança, e vive em busca de responder as expectativas e responsabilidades. Por conta disso, esquece (não de ser criança) a novidade da vida. Fica tão atolado de compromissos que não tem mais tempo de contemplar a vida, apreciar as pequenas coisas, de imaginar, de sonhar, de perguntar, de ter curiosidade.

Parece que a vida passa a se resumir em trabalho, e trabalho, e trabalho.

Nos finais de semana, algo diferente de trabalho. E já na segunda, trabalho de novo. Meu Deus!!!!!

O fato aqui não é trabalho ou qualquer outra responsabilidade de uma vida em sociedade (o que é normal isso), mas o fato que com a idade avançando os sonhos vão diminuindo, as expectativas vão abrochando, a curiosidade da vida se esvaziando. E a vida fica triste, monótona, fria, cinzenta. A primavera infantil dá lugar a um outono camuflado de maturidade.

Ora, desde quando maturidade significa deixar de ter aquela curiosidade, aquele sonho, aquele encanto pela vida?

Conheço crianças que já são velhas, mas conheço idosos que são jovens. Não se trata de idade, mas de vitalidade. Vital!!!! Vida!!!! Ânimo!!! Desejo!!! Desejar a vida acima de tudo. Desejar-se! Encantar-se pelo mundo que está só esperando ser descoberto! E o novo, pode muitas vezes (e diria que na maioria delas) estar escondido dentro das velhas coisas, que são vistas ou vividas do mesmo modo.

O novo pode revelar-se à medida que seu olhar também muda! A vista de tudo depende qual montanha se escala!

Viva a vida. Permita que o sol venha a nascer no seu dia e na sua vida.

Sobre expectativas e frustrações!

Você já se frustrou? Se decepcionou? Certamente.

E o pior é que as frustrações e as decepções parecem que vêm de quem mais amamos, não é mesmo?

Pra ser sincero, toda decepção é antecedida por uma expectativa. Quanto maior a expectativa, se não for alcançada, maior será a frustração ou decepção.

Dessa forma, uma decepção está diretamente relacionada com a expectativa criada.

Os estoicos tinham um grande segredo para lidar com a decepção. Como sou um cara legal, vou dizer pra vocês esse grande segredo: simplesmente,

Não ter expectativas.

Olha, soa meio estranho para nós, num mundo no qual vivemos e em nossa realidade, não ter expectativas. Esses caras eram bons no que faziam… Eles conseguiam viver uma vida sem nutrir expectativas e, consequentemente, as chances de qualquer decepção ou frustração eram mínimas. Eles se preocupavam com aquilo que estavam sob o controle deles, aquilo que não estava sob o poder deles de fazerem algo, não se importavam ou minimizavam.

Esperar um pedido de casamento, em um jantar romântico, e não acontecer, gera uma frustração daquele que esperava, mas não naquele que nem passava pela cabeça dele em o fazer.

Uma promoção no emprego que você luta para conseguir, mas não consegue, gera frustração desânimo, raiva, etc…

Uma resposta de uma entrevista de emprego, de um pedido de namoro, o recebimento de uma encomenda, enfim…

Mas se ao invés de gastar tanta energia com possibilidades que podem acontecer ou não, você se esforçar em viver o seu melhor naquilo que você pode assim fazer, sem nutrir expectativas de retorno, retribuição ou recompensa?

Nossos amigos estoicos viviam isso com maestria. E querendo ou não, davam uma solução para suas vidas não atingirem o patamar da frustração: não nutrir expectativas.

O que você acha?

Ah, o amor…

O amor…. Ah, o amor! Coisa mais linda não há.

Quanto já se falou sobre o amor na literatura? Quanto já se retratou o amor em pinturas, desenhos e fotografia? Poesias e filosofias? Quanto ele já foi encenado?

Pois é, foram inúmeras as vezes que não seria inviável contabilizar. Isso porque o amor, de fato, faz parte da vida humana.

Talvez você hoje esteja vivendo um grande amor; talvez esteja desiludido com ele por conta de uma decepção; talvez o amor, hoje, não seja algo relevante em sua vida. Enfim…

Já ouvi pessoas dizendo que o amor é decisão, que o amor é racional, ou coisa assim. Discordo!

Pra mim, o amor se trata de um sentimento, o mais forte deles, que impulsiona toda a nossa vida.

Somos espectadores diante desse grande artista apresentando seu espetáculo.

O amor não avisa quando chega nem quando vai. Não o controlamos, não o adestramos, não o ensinamos, não o racionalizamos. Quando vemos, simplesmente estamos amando… e quando vemos, de novo, não estamos mais amando.

O amor se expressa em atos, mas não são os atos; o amor emana de uma força interior, mas não se contenta em si; o amor não se acostuma com a monotonia, mas não exclui a longevidade; o amor não se impõe, mas quer exclusividade; o amor não é egoísta, mas demonstra uma carência incrível – quer cuidado, carinho, respeito, atenção, e acima de tudo, reciprocidade; se doa ao mesmo tempo em que recebe.

O amor é incrível! Fantástico como o amor supera todas as barreiras das distâncias geográficas e do tempo. Já pensou sobre isso?

Nunca vi ninguém chorar, lamentar ou sofrer por amor. Mas vi muitas pessoas sofrerem pela falta dele. Infelizmente, acaba sendo culpado pelo que não faz, julgado, esquecido, maltratado e preterido. Muitas vezes é confundido, escondido e sufocado.

Podemos notar o amor entre um casal, entre pais e seus filhos, nas atividades que realizamos, nos objetos que possuímos, nos pet’s que cuidamos, etc… O amor está presente em toda a nossa vida.

Sem essa de amor verdadeiro, pois não existe amor verdadeiro. Existe amor! Se existisse amor verdadeiro podemos dizer que há amor falso. E se é amor falso, ora, já não é amor. O que existe, exclusivamente, é o amor em suas diversas e mais belas esferas de vivência.

O amor é essencial para a vida das pessoas.

Viva o amor!!!

Imagine uma vida sem amor? Consegue?

Amor fati

Olá.

Você já ouviu falar de ‘amor fati’?

Essa expressão traduzida do latim, ‘amor ao destino’, foi cunhada pelo filósofo alemão Nietzsche (1844-1900).

Amor fati, como a expressão significa, é uma forma de vida que, segundo o filósofo, é essencial para uma vida em equilíbrio e harmonia.

Você já chorou por algo que te chocou ou machucou absurdamente? Já se arrependeu de algo que falou ou fez? Já veio aquele pensamento que se fosse possível voltar no tempo, talvez as coisas hoje estariam diferentes? Já ficou se remoendo por pensamentos e sentimentos que tiravam seu sono, sua calma, te distraíam em demasiado?

Ora, quem nunca? Felizmente, para o nosso filósofo, o amor fati é a solução para tudo isso. Quase um comercial do mais novo lançamento das ‘organizações Tabajara’ (risos).

Amar o destino seria o equivalente a amar os fatos. Amar não quer dizer que você tenha que gostar ou fazer aquela cara de besta num velório de alguém querido que acabou de falecer, por exemplo. Amar é aceitar. Vem bem a calhar aquela expressão: ‘aceita que dói menos’.

Se você aceita os fatos da vida, aquilo que te sucede como algo natural que está inserido dentro de uma enorme cadeia de eventos que não são possíveis de serem controlados, se você aceita aquilo que te aconteceu, sabendo que não pode mais ser mudado, como algo que aconteceu e pronto, os motivos de tanta culpa, remorso, arrependimento, os motivos de tanta coisa que tiram a paz de espírito não fazem mais sentido.

Pensamentos acelerados, estresse agudo, cansaço demasiado, dor no peito, angústia? Que nada. Aceite a vida como ela é, como ela decorre. Aceite-se a si mesmo como você é. Se ame como você é. Ame os acontecimentos da vida e siga em frente. Não vale a pena gastar tanta energia com aquilo que passou ou não foi de encontro com a sua expectativa. Apenas viva. Fazendo isso, certamente, será mais leve e sua qualidade de vida dará um ‘up’ absurdo.

Falta de dinheiro, falta de emprego, falta de alguém, falta de algo… falta de nada! Com certeza muitos problemas, muitas coisas, muitos ‘demônios’ te assombram. Quanto mais poder você der a eles, mais eles te dominarão. Tire o poder, tire a atenção, tire o foco. Dance a música. Não dê atenção ao que te tira a paz e foque em você daqui pra frente. Ficar se remoendo ou lamentando não vai mudar nada!

Olhe pra frente e siga. Continue! Persista! Avante!

Não que eu concorde com isso, mas cá pra nós: se você deixar de olhar pra trás e aceitar os acontecimentos da sua vida, e passar a olhar pra frente, de fato, sua vida dará um salto adiante!

Talvez já tenha passado da hora de focar o ‘e se’, e focar o ‘vida que segue’.

O que acha disso?

Vale a pena?

Oi.

Você tem um sonho? Claro que tem. Que pergunta mais tola…

Mas me refiro a um sonho que trará certa realização pessoal?

Existem muitos tipos de realização: a pessoal, a profissional, a financeira, a familiar, etc…

Me refiro a uma realização pessoal! Aquele tipo de realização que fará de você uma pessoa melhor, enquanto pessoa mesmo! Sabe aquele sonho que te trará um contentamento de alma? É disso que estou falando.

Um momento de realização é um momento de liberdade, superação e êxtase.

Muitas pessoas focam tantos sonhos que se resumem ao que está longe ou fora delas. O fato é que nenhum tipo de realização será satisfatória se aquela realização não atingir o seu mais íntimo – ou seja, se a realização, seja ela qual for, não girar em torno de sua realização pessoal, mais cedo ou mais tarde, ruirá.

O inglês tem um termo que demonstra muito bem o que estou dizendo: to realize (perceber). A realização, ou seja, tornar o sonho real por meio de uma ação, só será possível mediante um pertencimento. Me refiro a um pertencimento de si mesmo, em outras palavras, empoderamento.

Perceber a si mesmo dentro de um contexto, de um mundo, de um modo de vida que satisfaça ou não.

E se há algo que não satisfaz, é porque falta algo. Mas para tanto, é preciso perceber esse algo. Dessa forma, falar de realização pessoal é então ‘perceber-se’, realizar-se enquanto pessoa, enquanto indivíduo, enquanto ser humano, enquanto alguém.

Infelizmente, acontece de, inúmeras vezes, sermos mais tratados como algo do que como alguém; valemos pelo que fazemos, pelo que temos, mas não por quem somos. Somos um número em uma lista.

Triste realidade! (carinha de desapontamento)

Perceba-se enquanto alguém importante, alguém de valor e não perca mais tempo em tornar realidade, por meio de uma ação significativa, os seus sonhos.

Realize-se! Perceba-se! Faça acontecer! Faça valer a pena.

Afinal de contas, a vida é tão curta para ser vivida de qualquer jeito, não é mesmo?

Como o velho Sócrates seguia: “Conhece-te a ti mesmo”.