Viver no tempo é uma arte!

Quantas horas tem seu dia? Quantas horas você precisa que tenha seu dia?

Você há de concordar comigo que na sociedade contemporânea marcada pelo consumo, o tempo é um elemento de riqueza a serviço, unicamente, da produção de bens de consumo e do lucro. Não existe mais o tempo enquanto tempo, mas enquanto produto. Queremos o tempo ao nosso serviço, cunhamos até expressões como ‘tempo é dinheiro’, mas tempo não é dinheiro. Tempo é algo indelével, não volta. O tempo porta o álbum de nossas vidas.

O tempo não é um bem material: não pode ser visto, tocado ou apalpado; pode apenas ser sentido. Ele está sempre presente. Não pode ser interrompido, e nunca deixa de existir. O tempo é uma das poucas coisas que o homem nunca conseguiu controlar, e é por isso que ele sempre exerceu tanto fascínio sobre o ser humano.

Não fique achando que tem todo o tempo do mundo! Pode ser que ele é quem te tenha!

Nem sempre percebemos o tempo da mesma forma. Às vezes, temos a sensação de que o tempo não passa. Em outras vezes, temos a impressão de que as horas passam rápido demais. Outras ainda, parece que o tempo não foi suficiente. Tudo está relacionado no modo como o utilizamos; ressaltando: não é a quantidade de tempo, mas sim a qualidade e a forma como organizamos nosso tempo que fará toda a diferença.

Sempre há tempo suficiente para as coisas que realmente julgamos importantes. A dificuldade está em determinar o que de fato é importante, priorizando tarefas. O problema não é a falta de tempo, mas a maneira como o utilizamos.

Segundo Mário Sérgio Cortella, grande pensador da atualidade no Brasil, tempo é questão de prioridade’.

Viver no tempo é algo que deve ser aprendido. A maioria das pessoas que se sentem realizadas e felizes tem o cuidado de planejar o seu tempo para poder realizar todas as tarefas que precisam. Por outro lado, a falta de tempo gera uma espécie de frustração nas pessoas.

Viver no tempo é uma arte!

As atitudes que temos perante nossas atividades afetam o nosso desempenho frente ao uso do tempo. Podemos tomar atitudes positivas (que levam à utilização racional do tempo) e negativas (desculpas, procrastinação, desinteresse, etc.). Outra questão é o fato de, por vezes, nos atermos mais às atividades do que aos resultados, somos mais eficientes do que eficazes.

Saber como fazer uma tarefa não é suficiente. Conhecer o que deve ser feito é diferente de realmente fazer. Um é conhecimento, o outro é comportamento. Por isso a importância de se automotivar e de ter atitudes corretas em relação ao tempo. A prática assídua da automotivação é fundamental para manter o equilíbrio. Administrar o tempo é fazer as coisas de forma inteligente e não trabalhar arduamente. Já dizia Pitágoras que ‘com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feito’.

O plano de ação é uma excelente ferramenta de organização pessoal em nossa gestão do tempo. No blog Digital Manager Guru, encontrei uma lista de dicas que podem nos ajudar com isso. Destaco:

  • Processos definidos;
  • Trabalhar com agenda e lista de tarefas;
  • Determinar limite de tempo para as tarefas;
  • Eliminar as distrações;
  • Delegue ou terceirize;
  • Pausas regulares

A grande chave para uma boa gestão do nosso tempo é o equilíbrio. Equilíbrio de tempo não consiste em dividí-lo em partes iguais, mas organizá-lo de modo que possa estar a seu favor e contra você.

Como diria Chorão: “Não sou senhor do tempo, mas eu sei que vai chover…”

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